Câncer de mama avançado é tema de Audiência Pública em Sergipe

09/06/2015

A FEMAMA (Federação Brasileira de Instituições Filantrópicas de Apoio à Saúde da Mama) e a Associação dos Amigos da Oncologia (AMO), ONG associada à federação em Sergipe, promovem na próxima terça-feira, dia 16 de junho, a partir das 14h, uma Audiência Pública no plenário da Assembleia Legislativa de Sergipe (SE) para debater o acesso ao tratamento do câncer de mama em estágio avançado. Essa audiência, assim como outras que ocorrem pelo País ao longo do ano, busca alternativas para tornar acessíveis à população medicamentos mais modernos para o tratamento do câncer de mama avançado. A sessão tratará da possibilidade de estados e municípios fornecerem os medicamentos que não estão disponíveis gratuitamente no Sistema Único de Saúde aos pacientes locais, evitando que eles recorram a ações judiciais para obtê-los. O encontro é um desdobramento da mobilização nacional que a FEMAMA liderou no mês de fevereiro deste ano (Dia Mundial do Câncer) em várias regiões do País, quando as ONGs associadas à Federação entregaram ofícios aos secretários de saúde estaduais e municipais de suas respectivas localidades. O objetivo foi sensibilizar e aumentar o engajamento por parte do poder público para as principais questões que envolvem a criação de políticas com foco no acesso ao tratamento de câncer de mama avançado no SUS. “A realização dessa Audiência é mais uma conquista da luta da FEMAMA e de suas instituições associadas pelos direitos das pacientes com câncer de mama avançado. A participação das ONGs associadas em suas regiões é de fundamental importância para potencializar a necessidade de ação das autoridades”, comenta a presidente voluntária da FEMAMA, dra. Maira Caleffi. Entre as questões que serão discutidas na ocasião estão a realidade do acesso ao tratamento e câncer de mama avançado no Sistema Único de Saúde (SUS); os tratamentos que deveriam estar disponíveis no SUS, mas não estão; o desafio para a incorporação de novas tecnologias no SUS; a realidade do paciente usuário do sistema público e saúde e as competências do Estado no acesso ao tratamento. Fonte: Femama

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