Entre os dias 9 e 13 de abril, o “Coral Vozes da AMO”, da Associação dos Amigos da Oncologia, ultrapassou fronteiras para levar o nome da instituição para outras terras. O grupo viajou para o município de Foz do Iguaçu, no Paraná, onde participou do prestigiado Festival de Corais do Brasil, unindo-se a diversos outros conjuntos vocais do país.
O roteiro da viagem, que ocorreu com a utilização de recursos inteiramente próprios dos coralistas, incluiu uma passagem marcante pela Usina Binacional de Itaipu e apresentações que se estenderam ao Paraguai e à Argentina, consolidando a primeira experiência internacional da equipe.
A voluntária da AMO e coordenadora do coral, Lygia Prudente, destacou o ineditismo da viagem e o esforço coletivo necessário para a sua realização. “O Coral Vozes da AMO sempre reserva na sua programação anual ações fora do estado. Essa experiência foi inédita para nós, pois nunca tínhamos ido nos apresentar em outros países, como fomos desta vez para o Paraguai e para a Argentina”, relatou.
A coordenadora também fez questão de evidenciar que, em viagens e apresentações como essa, todos os custos envolvidos são de responsabilidade dos participantes. “O coral é da AMO, mas é mantido pelos coralistas. Todos os gastos financeiros são de responsabilidade dos participantes, nunca da instituição. Por meio do coral, divulgamos o trabalho da Organização para outros locais, e isso é muito importante”, pontuou Lygia.
Além de promover a missão da associação, a viagem proporcionou um grande intercâmbio cultural e o fortalecimento de vínculos entre os membros. Verônica Passos, diretora-secretária e integrante do coral, avaliou de forma extremamente positiva a experiência. “Todas as ações com o coral são ótimas, pois conseguimos socializar com o grupo e levar o nome da instituição para outros locais, divulgando tudo o que fazemos aqui”, afirmou.
Segundo Verônica, o aprendizado técnico proporcionado também é fundamental para o desenvolvimento do grupo. “O contato com outros grupos também nos faz crescer muito e amadurecer enquanto conjunto. A experiência é sempre muito proveitosa”, concluiu.