Voluntárias convidam deputados estaduais para audiência pública sobre câncer de mama avançado

10/06/2015

Voluntárias da Associação dos Amigos da Oncologia – AMO foram até a Assembleia Legislativa de Sergipe na manhã desta quarta-feira, dia 10 de junho, com o objetivo de convidar os 24 deputados estaduais para participar da Audiência Pública que vai discutir o acesso ao tratamento para câncer de mama avançado no SUS. Alguns convites foram realizados pessoalmente. Os deputados estaduais Maria Mendonça (PP) e Gustinho Ribeiro (PSD), por exemplo, receberam os convites, tiveram a oportunidade de dialogar com as voluntárias para compreender as propostas e se comprometeram com a causa, garantindo participação efetiva na audiência.

Muitos parlamentares estaduais não estavam na Casa legislativa. Esses participam até esta sexta-feira de conferências da União Nacional dos Legisladores e Legislativas Estaduais – Unale na cidade de Vitória, no Espírito Santo. Por isso, os convites foram deixados em seus gabinetes ou protocolados no setor administrativo da assembleia.

SOBRE A AUDIÊNCIA
A Federação Brasileira de Instituições Filantrópicas de Apoio à Saúde da Mama – Femama e a AMO promovem na próxima terça-feira, dia 16 de junho, a partir das 14 h, uma Audiência Pública no plenário da Assembleia Legislativa de Sergipe (SE) para debater o acesso ao tratamento do câncer de mama em estágio avançado. Essa audiência busca alternativas para tornar acessíveis à população medicamentos mais modernos para o tratamento do câncer de mama avançado. A sessão tratará da possibilidade de estados e municípios fornecerem os medicamentos que não estão disponíveis gratuitamente no Sistema Único de Saúde aos pacientes locais, evitando que eles recorram a ações judiciais para obtê-los.

TEMAS
Entre as questões que serão discutidas estão a realidade do acesso ao tratamento e câncer de mama avançado no Sistema Único de Saúde (SUS); os tratamentos que deveriam estar disponíveis no SUS, mas não estão; o desafio para a incorporação de novas tecnologias no SUS; a realidade do paciente usuário do sistema público de saúde e as competências do Estado no acesso ao tratamento.

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